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:: ‘Política’

Mônica Moura afirma que discutiu caixa dois para campanha com a própria Dilma

IMAGEM_NOTICIA_5 (3)Em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a marqueteira Mônica Moura revelou que discutiu repasses de caixa dois para a campanha de Dilma Rousseff (PT) com a própria petista. O relato foi feito na manhã desta segunda-feira (24), por meio de videoconferência com o ministro Herman Benjamin, relator do processo que apura verbas ilícitas à campanha da chapa Dilma-Temer, em 2014. Segundo informações da Veja, em seu relato, Mônica detalhou que o encontro com a ex-presidente teria acontecido em maio daquele ano, no Palácio do Planalto, em Brasília. Ela afirmou que, já na primeira conversa entre as duas, ficou acordado que os pagamentos não contabilizados ficariam a cargo do ex-ministro Guido Mantega, hoje identificado como operador do esquema na campanha. Por outro lado, a publicitária aliviou a situação para o atual presidente Michel Temer (PMDB). Mônica afirmou que, tanto com o PMDB quanto com o candidato a vice, tratou apenas das preparações para os programas de TV. Esse depoimento contesta a defesa de Dilma e do Partido dos Trabalhadores de que a então candidata à reeleição desconhecia o uso de caixa dois na corrida eleitoral.

Vitória da Conquista ganha serviço de alta complexidade em Oncologia pelo SUS

crbst_Foto04271Será entregue oficialmente nesta sexta-feira, 28, a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia com Serviços de Radioterapia (Unacon) do Hospital Samur. Com ela, haverá a ampliação da assistência e tratamento dos pacientes com câncer de Vitória da Conquista e de toda região pelo Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo também cirurgias oncológicas e leitos de UTI.

Com o apoio da atual Administração Municipal, a Unidade foi credenciada pelo Ministério da Saúde no fim do ano passado e há cerca de um mês começou a realizar o atendimento. Os recursos do Governo Federal, destinados a esses serviços, somam R$ 8.318.908,80. :: LEIA MAIS »

Delator relata movimentação de US$ 7 milhões por mês em contas no exterior

IMAGEM_NOTICIA_5O ex-executivo da Odebrecht Olívio Rodrigues relatou ao juiz Sergio Moro que movimentava grandes quantias de dinheiro por mês. Rodrigues revelou que eram movimentados pelo menos US$ 7 milhões em offshores. De acordo com a coluna Radar Online, o delator foi questionado por Moro se havia a suspeita de que aqueles recursos seriam usados em lavagem de dinheiro ou pagamentos ilegais. Rodrigues disse que “existia esse risco”, mas afirmou que nunca perguntou. Rodrigues é acusado de operar e controlar contas no exterior usadas pela Odebrecht para pagamentos ilegais.

Neto diz estar ‘absolutamente tranquilo’ após ser citado por delatores da Odebrecht

IMAGEM_NOTICIA_5 (35)O prefeito ACM Neto disse estar “absolutamente tranquilo” com relação à citação da Procuradoria-Geral da República nos inquéritos da Operação Lava Jato em que houve acordo de delação premiada com executivos do Grupo Odebrecht. Durante entrega de geomantas na Vila Canária, nesta quarta-feira (12), Neto disse que aguarda a revelação de todo o conteúdo das delações premiadas da Odebrecht, nas quais foi citado, para que possa se posicionar sobre o assunto. “Ainda não temos conhecimento sobre o conteúdo do que existe ou não existe que envolva o nosso nome. Apenas verificamos uma petição, um despacho do ministro [Edson] Fachin encaminhando para a Justiça Federal. Eu espero que, o mais rápido possível, possamos ter acesso a tudo. Que todo o conteúdo que eventualmente fui citado e mencionado pela colaboração da Odebrecht venha a público”, declarou o prefeito. Neto afirmou que, com a divulgação do teor das delações, não restarão dúvidas da relação que manteve com a construtora. “Que respeita o meu desempenho como homem público, transparente, correto, defendendo o interesse público acima de qualquer outro”, acrescentou.

Justiça cassa mandatos de prefeito e vice de Poções por captação ilícita de recurso

IMAGEM_NOTICIA_5 (33)A Justiça Eleitoral cassou os mandatos do prefeito de Poções Leandro Araújo Mascarenhas e do vice-prefeito Jorge Luiz Santos Lemos, a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE). Os gestores foram acusados de captação ilícita de recursos para a campanha eleitoral em 2016. O juiz Álerson do Carmo Mendonça considerou que “as ilegalidades cometidas pelos investigados, em seu conjunto, demonstram a vontade consciente de burlar o processo eleitoral, desbordando da mera irregularidade formal”. Cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A representação foi ajuizada pelo MPE junto com a coligação “Por uma Poções Cada Vez Melhor”. Segundo a denúncia, foi declarada na prestação de contas da campanha a aplicação de R$ 82,7 mil provenientes de recursos doados por Jorge Lemos. O montante, no entanto, é superior ao patrimônio de pouco mais de R$ 42,5 mil, existente em contas bancárias, declarados no registro de candidatura dele. O MPE apurou que parte dos recursos foi conseguida, de forma irregular, via empréstimo de R$ 50 mil feito junto a pessoa física, pois este tipo de operação é vedado pela Resolução 23.462/15 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Outra irregularidade foi a cessão por Jorge Lemos de uma caminhonete 4×4 não foi declarada na relação de bens apresentada à Justiça Eleitoral. O juiz lembrou que a ninguém é permitido cometer ilegalidade sob a justificativa de desconhecimento da lei e que o empréstimo irregular representou aproximadamente 50% de todo os recursos arrecadados e investidos na campanha. “Em Município onde compareceram às urnas no último pleito pouco mais de 25 mil eleitores, com uma diferença entorno de 400 votos entre os candidatos, a vultosa quantia de R$ 50 mil, além de comprometer a lisura, pode efetivamente desequilibrar a campanha eleitoral”, afirmou o magistrado.

Odebrecht revela repasse de R$ 40 milhões para demandas de Lula

IMAGEM_NOTICIA_5 (32)Além de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o referido “Amigo” no esquema de propinas, o empreiteiro Marcelo Odebrecht revelou, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, que combinou com o ex-ministro Antonio Palocci a reserva de R$ 40 milhões de reais em propinas para atender as “demandas de Lula”. Isso teria acontecido em dezembro de 2010, no fim do segundo mandato do petista. “Tinha um saldo de uns 40 milhões. Aí o que eu combinei com o Palocci? Vai mudar o governo, vai entrar a Dilma [..] A gente sabia que ia ter demandas de Lula, por uma questão do instituto, para outras coisas. Então o que a gente disse foi o seguinte: ‘Vamos provisionar uma parte desse saldo, e então botamos R$ 35 milhões no saldo Amigo, que é Lula, para uso que fosse orientação de Lula, porque a gente entendia que Lula ainda ia ter influência no PT”, declarou Marcelo. Concedido nessa segunda (10), o depoimento detalhou como o esquema de financiamento das demandas do ex-presidente por parte do “Departamento de Operações Estruturadas” foi criado. “Como era uma relação nossa com a Presidência [da República], PT, com Lula, tudo se misturava. Então, a gente botou R$ 40 milhões para atender demandas que viessem de Lula”, acrescentou o empreiteiro. Nesta quarta (12), Moro retirou o sigilo dos depoimentos prestados na audiência que investiga Palocci. De acordo com informações divulgadas pela Veja, além de explicar a criação da conta, Marcelo esclareceu como se dava o recebimento das tais demandas por parte de Lula e ainda como era o processo de liberação desse dinheiro pelo departamento. “Teve alguns em que o pedido era feito e saía via espécie, aí Palocci pedia pra descontar do saldo Amigo. Então, quando ele pedia para descontar do saldo Amigo, eu sabia que ele estava se referindo a Lula, mas eu não tinha como comprovar” Marcelo pontuou a negociação para a compra de um terreno em São Paulo, que seria a nova sede do Instituto Lula. Ele explica que essa seria sua forma de comprovar que o ex-presidente tinha conhecimento da fraude. “Foi quando veio o pedido para a compra do terreno do instituto, eu não consigo me lembrar se foi via Paulo Okamotto [presidente do instituto] ou via Bumlai [pecuarista, José Carlos], foi um dos dois, mas com certeza depois eu falei com os dois. Eu deixei bem claro que se eu fosse comprar o terreno sairia do valor provisionado”, detalhou. Marcelo acrescentou que, embora Lula nunca tenha agido diretamente – ele negociava com Palocci –, ficou óbvio que o montante era para ele ao longo do processo. Citado em delações da Odebrecht, o ex-presidente foi encaminhado para investigação na Justiça Federal, o que o leva a mais um processo conduzido por Moro.

Lava Jato foca em tucanos após denúncias de caixa dois no PSDB, acredita Lula

IMAGEM_NOTICIA_5 (28)Alvo da Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não se vê mais como foco da investigação. Para o petista, a operação agora mira os tucanos e, diante das recorrentes denúncias de caixa dois no PSDB, “as pessoas já não podem tratar o PT como antes”. Segundo informações do blog Painel, hospedado no site da Folha de S. Paulo, Lula ainda voltou a dizer que está ansioso para reencontrar o juiz Sérgio Moro, o que vai acontecer no próximo mês de maio. Ele disse a aliados que, após o encontro, vai percorrer o país a fim de divulgar suas ideias para o governo do Brasil.

Guido Mantega presta depoimento nesta quinta no processo de cassação no TSE

IMAGEM_NOTICIA_5 (26)O ex-ministro Guido Mantega presta depoimento nesta quinta-feira (6) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no âmbito do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff – Michel Temer. O acolhimento de Mantega como testemunha de defesa da ex-presidente petista aconteceu na última terça-feira (4), durante o primeiro dia de julgamento do processo – a decisão acarretou no adiamento das alegações finais. De acordo com a colunista Andréia Sadi, do G1, o PT quer que Mantega contradiga os depoimentos de Odebrecht sobre caixa dois na campanha presidencial de 2014. O executivo disse que, a pedido de Dilma, Mantega seria um dos responsáveis pela arrecadação em 2014 e interlocutor para pagamentos ilícitos da construtora ao PT.

Padilha diz estar convicto de que proposta da Previdência será aprovada

IMAGEM_NOTICIA_5 (24)Apesar de o Placar da Previdência feito pelo jornal O Estado de S. Paulo apontar até agora uma derrota para o governo, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse nesta quarta-feira (5) estar convicto de que o governo conseguirá aprovar a reforma no Congresso. “Temos 411 deputados. Não será nada ‘ah vai ser uma vitória estrondosa’. Não. Temos de ganhar e vamos ganhar”, previu Padilha. Ele disse que não há outra alternativa a ser aprovar a proposta. O ministro recebeu com tranquilidade o resultado do placar, que segundo ele vai mudar assim que ficarem claras as alterações na proposta que estão sendo negociadas pelo governo com os parlamentares e incorporadas no texto do relator Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). “O placar é passageiro. Estamos no início do trabalho e vai efetivamente ganhar cores depois de conhecermos os termos do relatório. :: LEIA MAIS »

PEC que propõe fim do foro privilegiado volta para análise da CCJ do Senado

IMAGEM_NOTICIA_5 (22)A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estabelece o fim do foro privilegiado, do senador Alvaro Dias (PV-PR), voltou para a análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. O texto determina o fim do foro para todas as autoridades brasileiras, inclusive para o presidente da República, nas infrações penais comuns. Os senadores aprovaram, na noite desta terça-feira (4), um requerimento para que a matéria passe a tramitar em conjunto com outra PEC sobre o mesmo tema, do senador Acir Gurgacz (PDT-RO). O aditamento precisa agora ser validado pela CCJ. O texto de Gurgacz acaba com a prerrogativa do foro em casos de crimes contra a administração pública, lavagem de bens, direitos ou valores decorrente de crime contra a administração pública e crimes hediondos. Na sessão, Dias se manifestou contra o requerimento de aditamento e pediu que sua proposta tenha prioridade na CCJ, para voltar “o mais rápido possível” ao plenário. O relator da matéria, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), assegurou que já nesta quarta-feira (5) apresentará na CCJ seu voto sobre a PEC apensada e sobre as quatro emendas que foram apresentadas em plenário. Romero Jucá (PMDB-RR) também anunciou hoje que vai apresentar um requerimento na CCJ para que o fim do foro especial seja detalhado. Jucá disse que é preciso deixar claro que o fim do foro por prerrogativa de função vai atingir não apenas parlamentares, mas autoridades de vários níveis, inclusive de Estados e municípios.

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